Expansão da modalidade consolida o país como potência global com apoio de marcas
O surfe brasileiro vive um momento de forte expansão impulsionado por conquistas internacionais marcantes, como a vitória de Italo Ferreira no New Zealand Pro 2026 e o crescimento expressivo da audiência global nas plataformas da World Surf League (WSL).
A modalidade, que ganhou notoriedade mundial a partir do Havaí no início do século XX, transformou o Brasil em uma das principais potências do esporte graças ao movimento conhecido como Brazilian Storm, que revelou campeões mundiais e inspirou milhares de novos praticantes.
Esse cenário de protagonismo internacional e fortalecimento do ecossistema esportivo foi destacado recentemente, conforme informação divulgada por WAVES, evidenciando o engajamento recorde do público brasileiro nas transmissões oficiais da liga mundial.
Crescimento da audiência na WSL
Dados oficiais da World Surf League indicam que a temporada de 2025 alcançou 80 milhões de espectadores em canais lineares e digitais, registrando um aumento de 39% em relação ao ano anterior e consolidando o apelo comercial do esporte.
Na etapa de abertura do Championship Tour em Bells Beach, o Brasil representou expressivos 43% da audiência ao vivo durante o Finals Day, mesmo enfrentando um fuso horário desfavorável para o público nacional.
Além disso, o sucesso comercial e de público é acompanhado por grandes performances dentro d'água, mantendo o país na liderança das principais competições internacionais organizadas pela entidade máxima do surfe.
Protagonismo feminino no surfe mundial
O esporte também registra avanços históricos na equidade de gênero, com atletas como Tatiana Weston-Webb conquistando a primeira medalha olímpica da história do surfe brasileiro nos Jogos de Paris 2024, onde levou a prata em Teahupoo.
Segundo a surfista, as mulheres competem hoje nos mesmos palcos e com premiações iguais, tendo muito mais espaço, visibilidade e respeito para atuar em ondas grandes e manter alto nível competitivo.
Nomes como Luana Silva também integram a elite mundial, contando com patrocínios estratégicos que fortalecem a base e garantem suporte financeiro para o desenvolvimento profissional contínuo das atletas.
Investimento e parcerias estratégicas
O Banco do Brasil atua como um dos principais pilares para o desenvolvimento sustentável da modalidade, oferecendo patrocínio a atletas de destaque e promovendo ações de incentivo para novos talentos nas praias brasileiras.
De acordo com Larissa Novais, diretora de marketing e comunicação da instituição, o esporte é visto como uma ferramenta essencial de transformação social, inclusão e fortalecimento das comunidades litorâneas.
Como parte dessa estratégia de engajamento, o banco promove campanhas promocionais em parceria com a Mastercard, oferecendo viagens para o público acompanhar etapas decisivas do circuito mundial no Havaí.
Perguntas Frequentes
Quem venceu o New Zealand Pro 2026?
O surfista brasileiro Italo Ferreira levou a bandeira do Brasil ao lugar mais alto do pódio na etapa realizada na Nova Zelândia pelo circuito mundial.
Qual foi a conquista histórica de Tatiana Weston-Webb?
A atleta conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024, tornando-se a primeira brasileira a receber uma medalha olímpica na modalidade.
Como o Banco do Brasil apoia o surfe nacional?
A instituição patrocina grandes nomes do esporte como Italo Ferreira, Tatiana Weston-Webb e Luana Silva, além de realizar circuitos de base e campanhas promocionais.
Qual o público da WSL na temporada de 2025?
A temporada de 2025 da World Surf League alcançou um total de 80 milhões de espectadores em plataformas lineares e digitais, representando um crescimento de 39%.

