Atleta do voleibol brasileiro sofre revés jurídico e desfalca sua equipe nas próximas partidas da competição nacional.

A jogadora Tifanny Abreu voltou a ser impedida de atuar na Superliga após uma decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), proferida nesta sexta-feira (23).

A medida atendeu ao posicionamento da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), revertendo uma liminar anterior que permitia a participação da atleta nas partidas do torneio.

A reviravolta jurídica movimentou o cenário esportivo nacional, conforme informação divulgada por MELHOR DO VOLEI.

Entenda a fundamentação jurídica da CBV

A Confederação Brasileira de Voleibol obteve suspensão da decisão de primeira instância no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro com base no artigo 217 da Constituição Federal.

O dispositivo estabelece que o Poder Judiciário só deve analisar questões sobre disciplina e competições esportivas após o esgotamento das instâncias da Justiça Desportiva.

Julgamento do Mandado de Garantia no STJD

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Voleibol concluiu o julgamento do Mandado de Garantia número 002/2026, impetrado pela atleta, e negou a ordem por unanimidade.

Com as duas decisões desfavoráveis, a liminar anterior perdeu os efeitos práticos, deixando a jogadora sem condição legal de atuar nas quadras pela Superliga.

Posição da atleta e política de elegibilidade

Apesar do revés, a equipe jurídica da atleta afirmou que continuará buscando os caminhos legais disponíveis para garantir o direito ao exercício profissional.

Tifanny declarou que não pretende desistir da disputa jurídica, enquanto a CBV reforçou que sua Política de Elegibilidade segue os critérios do Comitê Olímpico Internacional.

Perguntas Frequentes

Por que Tifanny Abreu foi proibida de jogar a Superliga?

A atleta foi impedida de atuar após o STJD e a justiça do Rio de Janeiro derrubarem a liminar anterior, atendendo aos argumentos da Confederação Brasileira de Voleibol sobre o artigo 217 da Constituição Federal.

Qual foi a decisão do STJD sobre o caso?

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva do Voleibol negou por unanimidade a ordem solicitada no Mandado de Garantia número 002/2026, retirando a condição de jogo da atleta.

Tifanny Abreu vai continuar recorrendo na Justiça?

Sim, a atleta e sua equipe jurídica informaram que seguirão buscando os caminhos legais disponíveis para garantir o direito de continuar exercendo a profissão no voleibol.