Bradley Lord analisa o duelo no Azerbaijão e explica como o vácuo influenciou a Red Bull

O Grande Prêmio do Azerbaijão de Fórmula 1 foi marcado por uma intensa pressão exercida por Max Verstappen sobre George Russell até os metros finais da prova, conforme informação divulgada por AUTOMOBILISMO.

Apesar da aproximação constante do piloto da Red Bull Racing, a equipe alemã avaliou que o britânico manteve o total controle da disputa pela vitória na etapa.

Para Bradley Lord, vice-chefe da equipe Mercedes, o efeito aerodinâmico do vácuo fez com que o holandês parecesse um elástico gigante atrás do vencedor da corrida.

Análise do desempenho no GP do Azerbaijão

Segundo Bradley Lord, o piloto da Mercedes conseguia abrir vantagem no setor intermediário de cada volta, mas a Red Bull recuperava terreno nas retas seguintes.

A diferença entre os carros chegava a aumentar em meio segundo durante o trecho técnico, antes de o vácuo puxar Max Verstappen de volta para perto.

O dirigente destacou que a imagem na televisão encurtava as distâncias, dando uma falsa impressão de que a ultrapassagem era iminente na pista.

O efeito do vácuo e o elástico gigante

O engenheiro explicou que a telemetria do GPS mostrava claramente o comportamento dos carros, parecendo que o holandês estava preso a um elástico gigante.

Em alguns momentos da prova, Verstappen parecia extrair mais proveito do vácuo do que do próprio sistema de auxílio à ultrapassagem.

Apesar da situação contraintuitiva, o representante da Mercedes reforçou que o rival nunca esteve perto o suficiente para tentar uma manobra real.

Gestão de energia e vitória da Mercedes

A calmaria da equipe foi abalada apenas no final da corrida, quando um pequeno problema no gerenciamento de energia preocupou George Russell na reta final.

Bradley Lord classificou a falha como menor e elogiou a pilotagem, destacando que o britânico garantiu o triunfo por menos de dois décimos.

O vice-chefe concluiu afirmando que o piloto titular realizou um trabalho absolutamente fantástico para segurar a primeira posição até a bandeirada.

Perguntas Frequentes

Como a Mercedes explicou a aproximação de Max Verstappen?

A equipe explicou que o efeito do vácuo nas retas funcionava como um elástico gigante, puxando o carro da Red Bull para perto após Russell abrir vantagem no setor intermediário.

Max Verstappen teve chance real de ultrapassar George Russell?

Não, segundo Bradley Lord, as imagens da TV davam a impressão de maior proximidade, mas o piloto da Red Bull nunca esteve perto o suficiente para tentar uma manobra.

O que aconteceu no final da corrida para preocupar a Mercedes?

George Russell enfrentou um pequeno problema no gerenciamento de energia na reta final, mas conseguiu administrar a situação e vencer por menos de dois décimos.