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Brasileirão feminino bate recorde de estrangeiras e se consolida como referência na América do Sul

Recorde de estrangeiras mostra por que o futebol brasileiro virou destino para jogadoras da América do Sul O futebol feminino brasileiro virou destino cada vez

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24 de setembro de 2026 às 16:49
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Brasileirão feminino bate recorde de estrangeiras e se consolida como referência na América do Sul

Recorde de estrangeiras mostra por que o futebol brasileiro virou destino para jogadoras da América do Sul - Campeã do mundo troca EUA por clube saudita e gera polêmica - Tamires pede Corinthians x Cruzeiro na Neo Química Arena 29/08/2026 - 09:29hs BRT O futebol feminino brasileiro virou destino cada vez mais comum para jogadoras sul-americanas em busca de estrutura, melhores salários e mais oportunidades. Em 2026, o Brasileirão bateu recorde de estrangeiras: são 47 atletas, segundo levantamento da CBF. O número ajuda a explicar a força do Brasil no continente. Jogadoras como as argentinas Sole Jaimes e Paulina Gramaglia fizeram do país parte importante de suas carreiras, seja para se desenvolver ou ganhar projeção internacional. ## Mais jogos fazem diferença Um dos principais atrativos é o calendário.

Enquanto outros países ainda têm competições mais curtas, os clubes brasileiros disputam Brasileirão, estaduais, Copa do Brasil e Libertadores, garantindo mais partidas e exposição. Em entrevista ao UOL, a treinadora Tatiele Silveira, do Colo-Colo, apontou essa diferença. “Mais jogos significam mais tempo de prática, experiência e exposição em alto nível. Esse é um dos pontos que ainda precisamos desenvolver em outros países da América do Sul: ampliar o calendário e criar mais oportunidades para que as atletas possam competir e evoluir.“ ## Brasil também virou vitrine A colombiana Gisela Robledo, do Corinthians, vê o país como referência no continente. “Para mim, o futebol brasileiro é o melhor da América. A liga é muito boa e competitiva.

Em cada competição internacional se demonstra que o Brasil é uma potência mundial.“ O calendário reforça essa diferença. Em 2025, Corinthians e Ferroviária fizeram 55 e 44 jogos. Entre os clubes estrangeiros da Libertadores, Colo-Colo teve 37 partidas, Deportivo Cali 32, Boca Juniors 31 e Nacional-PAR apenas 20. Para Tatiele, o avanço brasileiro está ligado à estrutura dos projetos. “Apesar do atraso histórico que conhecemos, o futebol feminino brasileiro se desenvolveu de forma mais acelerada que o de outros países da América do Sul.

Os grandes clubes entenderam que o futebol feminino é um produto com potencial próprio e que, com projetos estruturados e investimentos consistentes, pode ser competitivo, rentável e sustentável.” Gabrielle Senna é uma jornalista que há cerca de 5 anos atua cobrindo o futebol brasileiro com ênfase em acompanhamento do Corinthians. Graduada em Jornalismo pela Universidade Paulista em 2020, possui Pós-Graduação em Gestão de Marketing Esportivo. Atualmente no Bolavip Brasil, passou por veículos de comunicação como Identidade Corinthiana, Meu Timão, Futebol na Veia e Rádio Coringão.

Conteúdo originalmente publicado por bolavip. Reproduzido com fins informativos.

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